terça-feira, 5 de junho de 2012

Concerto celebra 60 anos de Elizabeth II no trono inglês



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Um concerto espetacular, com músicos de várias gerações e meio milhão de pessoas nas ruas de Londres, celebrou nesta segunda-feira (5) os 60 anos no trono de Elizabeth II, apesar da repentina hospitalização de seu marido, o príncipe Philip.

Elizabeth II só chegou à tribuna de personalidades uma hora e meia depois do início do espetáculo.
 Músicos como Paul McCartney, Elton John e Kylie Minogue se apresentaram na ocasião.

Robbie Williams abriu o concerto de mais de três horas, durante as quais o público não deixou de agitar bandeiras britânicas, e que envolveu um passeio pelas seis últimas décadas da música anglo-saxã.
Além das dez mil pessoas que conseguiram entradas gratuitas através de um sorteio, cerca de meio milhão de pessoas acompanharam o concerto por telas gigantes nas imediações do Palácio de Buckingham, onde aconteceu o evento. A Cantora Shirley Bassey, compareu ao concerto interpretando seu grande sucesso, tema do filme "007 Diamonds are Forever" . E o cantor Tom Jones cantou seu sucesso Delilah.
Um dos grandes momentos da noite foi na interpretação da música Sing, composta especialmente para a ocasião, pelo músico Andrew Lloyd Webber e pelo ex-membro de Take That, Gary Barlow. A canção foi gravada por 200 pessoas de todos os países da Commonwealth.
O Palácio de Buckingham também foi incluído no concerto com uma atuação da varanda dos cantores de ópera Alfie Boela e Renée Fleming, que interpretaram o clássico Somewhere.
Além disso, em outro grande momento da noite, a banda Madness, tocou a famosa canção Our House no alto do telhado do palácio, residência da Rainha, enquanto eram projetadas em 3D imagens na fachada.
O cantor will.i.am atuou acompanhado da cantora Jessie J e foi seguido da banda JLS, e do cantor Ed Sheeran. 
Sir Cliff Richard, de 71 anos, fez uma das contribuições mais nostálgicas da noite com canções suas dos anos 60, como Congratulations.
As grandes damas do pop foram representadas por Grace Jones, com a canção Slave To The Rhythm e Annie Lennox, que apareceu no palco com asas de anjo.
Sentado ao piano e com uma roupa de lantejoulas fúcsia, Elton John interpretou seus sucessos, I'm Still Standing, Your Song e Crocodile Rock e felicitou Elizabeth II.
O cantor americano Stevie Wonder, um dos poucos não britânicos, cantou Sir Duke, Isn't She Lovely, Happy Birthday e Superstition, um momento aplaudido de pé até pela Rainha.
A atuação de Paul McCartney, que dedicou a canção dos Beatles All my Loving à Elizabeth II, e depois interpretou Let it Be, Live and Let Die Ob-La-Di Ob-La-Da deu o toque final à homenagem musical para a única rainha conhecida pela maioria os britânicos.
Após o fim das apresentações, a soberana subiu ao palco ovacionada, acompanhada de seu filho, o príncipe Charles, que a chamou "mami" e lembrou seu pai, o duque de Edimburgo, quando suscitou uma onda de aplausos dos presentes."A única coisa triste desta noite é que meu pai não pôde estar conosco porque infelizmente não se encontra bem", disse. Além disso, o herdeiro ao trono falou ao público que se gritassem alto ele poderia escutar do hospital. Nesse momento as pessoas começaram a gritar: "Alberto, Alberto!". Como não podia ser de outra maneira, todos os artistas que participaram do espetáculo voltaram ao palco para cantar junto à soberana o hino "God Save The Queen", que levou a queima de fogos de artifício. Após tudo isso, Elizabeth II ascendeu uma chama de seis metros, a última de uma cadeia fogo em honra a seu Jubileu de Diamante. Um total de 4,2 mil tochas gigantes e fogueiras foram iluminadas ao longo da Commonthwealt, desde Toga, Nova Zelândia, Austrália, Malvinas, passando pelo hotel do Quênia onde Elizabeth II passou sua lua-de-mel, e onde foi informada sobre a morte de seu pai em 1952.
No Reino Unido, as chamas se acenderam por todo o país em colinas, parques, torres, e inclusive garagens ao ar livre

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